sexta-feira, 24 de março de 2017

Contatos Psíquicos com Seres Extraterrestres através de Médiuns e Sensitivos


Os chamados contatos de quinto grau referem-se a todos os contatos psíquicos e paranormais entre humanos e seres extraterrestres.

Esses contatos ocorrem através da telepatia, da psicografia, através de sonhos ou de projeção astral consciente, psicopictografia (pintura mediúnica), clarividência, canalização de mensagens extraterrestres. 

Esses contatos inauguraram na ufologia uma nova vertente mais complexa para se estudar o fenômeno. Entramos numa área muito delicada onde os fenômenos parapsicológicos e espirituais são muito pouco compreendidos por nós e causou grande divisão no meio ufológico criando várias facetas na ufologia. 

Nesta conferência especial do curso sobre ufologia esotérica o professor Laércio nos mostra todos os aspectos e implicações desse novo campo de estudo dentro dos fenômenos envolvendo os seres extraterrestres. 


domingo, 19 de março de 2017

“RADIOGRAFIA” DA ESCURIDÃO: Estrutura, Organização e Métodos de Trabalho


Este foi um trabalho realizado pelo médium Eratostenes Armstrong Paulino de Souza, no ano de 2008.

Gostamos muito da ótima pesquisa realizada e de todo o material em si, portanto, estamos compartilhando com nossos leitores, com o objetivo de levar este estudo importante a cada vez mais pessoas.



Índice

I – Introdução
II – Perspectiva Histórico-Filosófica
III – Habitat
IV – População
a) “fura-terras”
b) cavernículas
c) magos negros
d) feiticeiros do astral
e) cientistas
f) chefes de legião
g) dragões
V – Métodos
VI – Organização
VII – Conclusão
VIII – Referências Bibliográficas



I – Introdução

A esmagadora maioria da população da Terra gravita ainda entre as expressões de animalidade e o despertar da lucidez espiritual. Poucos, muito poucos, estão conscientes de suas responsabilidades com relação a si mesmos e ao mundo onde vivem. Como pretender que o cotidiano não reflita a realidade do orbe, condizente com a índole turbulenta dos que nele habitam?

As chamadas trevas exteriores são apenas o reflexo do que existe dentro do homem terreno. A vida além do corpo é apenas uma extensão da vida interna da alma. Conhecer-se mais profundamente. Enfrentar-se sem mascarar-se. A educação do pensamento é a fonte de todo equilíbrio interior. Devido ao passado de ignorância, alimentado pela religião secular, ortodoxa e detentora do monopólio cultural, infundiram-se no ser humano, certos símbolos das sombras que representam conceitos moralistas de erro, pecado e desequilíbrio.

Toda relação no Universo se estabelece em bases de sintonia. Todos dependemos uns dos outros; ignorar tal interdependência é pura ignorância. 

A resistência do incrédulo muitas vezes provém menos dele do que da maneira como lhe apresentam as coisas. Para crer, não basta ver; é preciso, sobretudo, compreender. O dogma da fé cega produz hoje o maior número de incrédulos por pretender se impor, exigindo a abdicação de uma das mais preciosas prerrogativas da alma: o raciocínio. A fé pensada, por se apoiar nos fatos e na lógica, nenhuma obscuridade deixa. Não há certeza sem compreensão. Nenhum campo da ciência é passível de ser esgotado; sempre há lacunas a serem preenchidas pelos estudiosos; com o espiritismo não haveria por que ser diferente.

O cérebro físico induz o observador encarnado a tomar a realidade do mundo das formas como sendo o princípio de tudo o que existe; na prática, ocorre exatamente o contrário. O que vemos, ouvimos e tocamos com os sentidos do corpo biológico constitui mero “rascunho” imperfeito da realidade.

Nos planos semimateriais do Universo é que se dá a verdadeira vida, constituindo-se na matriz de tudo o que se “plasma” na Terra. A realidade como nós a entendemos não passa de mera ilusão compartilhada por muitos.


II – Perspectiva Histórico-Filosófica

Uma constante da história humana: a maldade. O mal está presente em toda parte. Na grande arena da política internacional pode-se divisá-lo no genocídio de Darfur, na repressão política em Cuba e no Tibete, no terrorismo da Al Qaeda e das FARC, na leniência do governo americano com práticas de tortura, nos genocídios como os que ocorreram na Bósnia ou em Ruanda nos anos 90. Esse tipo de mal se esconde atrás de razões de estado e de pretensas causas nobres. Ademais, há o mal doméstico, que vem nu, sem disfarces, sem o véu de sofismas que poderiam desculpá-lo e torná-lo suportável pela racionalização de sua origem. Esse tipo de mal parece ser uma zona de sombra que aprisiona a alma humana. Esse tipo de mal simplesmente existe. Isso é o que o torna mais assustador.

Desde os primórdios da humanidade essas situações-limite, insuportáveis, lançaram a razão humana em tortuosos exercícios mentais. "É desígnio dos deuses, e a única coisa a fazer é resignar-se" – foi essa desde sempre a saída mais humana para evitar a loucura da dor insuperável provocada pelo mal do mundo. Pelos séculos afora teólogos e filósofos tentaram ajudar a humanidade a conviver com a escuridão. A história ocidental conheceu progressos. Práticas bárbaras que já foram tomadas como normais por sociedades antigas – o sacrifício humano, o canibalismo, o assassinato de bebês com defeitos físicos – hoje são inaceitáveis. Mas será ingênuo pensar que esse progresso possa domar a besta humana. “A razão não explica tudo. Há uma dimensão monstruosa no ser humano. E é preciso respeitá-la”, diz o filósofo e teólogo Luiz Felipe Pondé. Mais recentemente as explicações desceram do plano metafísico para se tornar objeto de estudo da sociologia, da psicologia e das ciências biológicas. Nenhuma teoria material, porém, é capaz de abarcá-lo por completo ou de amainar o choque provocado pela destruição causada no seio das famílias e no julgamento que fazemos de nós mesmos ao deparar com seres humanos agindo como bestas.

A palavra “mal” tende a levantar objeções dos céticos. Não será uma superstição religiosa que a modernidade superou? Não, não é. Com recurso a técnicas recentes como a ressonância magnética funcional, a ciência tem se dedicado a mapear as áreas do cérebro responsáveis pelas decisões morais.

Contudo, o problema dificilmente será resolvido nos laboratórios de neurociência. A psicologia social tem iluminado alguns mecanismos que atuam na disposição das massas para colaborar em projetos monstruosos. O que esses estudos revelam não é lisonjeiro para a natureza humana: a tendência das pessoas de se conformar à pressão do grupo social pode levá-las, com relativa facilidade, a atos criminosos. A ação em grupo dilui a responsabilidade individual. A perspectiva religiosa sobre o mal tende a enfatizar as escolhas individuais. Na história do pensamento ocidental, foi o cristianismo que aprofundou a noção de mal. O cristianismo vê o mal como fruto do orgulho humano. É por imaginar a si mesmo como autossuficiente, como uma espécie de divindade, que o homem se sente no direito de humilhar, ferir, matar o próximo. Os grandes pensadores cristãos tentaram resolver esses dilemas. Santo Agostinho, por exemplo, dizia que, se bons e maus sofrem igualmente, é para que os primeiros possam provar sua virtude. Assim como o fogo “transforma a palha em cinza e faz brilhar o ouro”, o infortúnio purifica os virtuosos e destrói os perversos, diz Agostinho em A Cidade de Deus.

A filosofia por muito tempo desconfiou da concepção de mal – seria um problema do domínio da teologia. Mas pensadores como Kant se esforçaram para dar uma dimensão laica ao mal. O mal é um conceito difícil, sem dúvida, mas hoje está bem estabelecido que se pode defini-lo sem recurso à fé. “O MAL É TODA AÇÃO VOLTADA PARA ELIMINAR AS CONDIÇÕES DE UMA EXISTÊNCIA RACIONAL”, diz o filósofo Denis Lerrer Rosenfield, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor de Retratos do Mal.


III – Habitat

O astral, também conhecido como umbral, representa uma dimensão de transição ainda bastante densa, situada entre os planos material e espiritual.

Nos ambientes do plano extrafísico há uma geografia real, coexistente com a realidade humana: paisagens, atmosfera, solo, flora e fauna, esses últimos denominados criações elementais – uma “ecologia” ou “ecossistema” físico/extrafísico. 

Além daquilo que lhe é peculiar, na dimensão contígua à crosta também existe uma duplicata dos objetos e seres físicos, um dos fatores que leva as inteligências recém-desencarnadas a não se sentirem perdidas, sem referências em um contexto tão distinto. As ações humanas têm repercussão sobre o plano transitório porque o homem age indissociavelmente no físico e no astral, de forma simultânea. Mesmo encarnado e em estado de vigília o perispírito permanece ativo. Os pensamentos e palavras emitidos são criações que têm existência e geram impacto no mundo astral.

Em função da “plasticidade” da matéria astral, o ambiente gerado pelas formas-pensamento consistentes ou transitórias subsiste à passagem dos séculos, tornando-se o habitat de seres extracorpóreos os quais permanecem existindo mesmo estando extintos na crosta. Tais criaturas são reais; possuem vida própria e consistem em elementos pretéritos do planeta Terra, orbe relativamente jovem na escala dos mundos. Em decorrência, sua estrutura geofísica e psíquica ainda é bastante primitiva, motivo pelo qual sobrevivem seres de períodos ditos pré-históricos.

Abaixo da superfície, outros planos ou dimensões existem em situação energética mais densa. Há regiões incrustadas no interior do planeta onde a matéria astral parece se aglomerar de uma forma especial. As moléculas e átomos que a compõem, comportando-se de maneira idêntica a uma nuvem de poeira num redemoinho, lembram fenômenos como uma tempestade de areia ou um tsunami. Em ambiente de energias e fluidos tão densos, a volitação nem sempre é possível, mesmo considerando a força mental e o poder de irradiação do pensamento de algumas entidades mais experientes. Fortalezas, armadilhas e antros dominados por seres ardilosos e experientes na arte da guerra são encontrados, além dos redutos governados pelos chamados donos do poder, os chefes de legiões e seu séquito maligno.

Por fim, há uma área singularmente negra, denominada trevas, região acompanhada de um intenso frio, ríspido e intolerável, suscetível de dardejar os corpos espirituais do enxame de seres infelizes que por lá perambulam.

Topograficamente pode ser localizado próximo ao magma terrestre, motivo pelo qual também se alternam calor voraz irradiado pela proximidade dos elementos altamente pressurizados no interior do globo, metais em ebulição e rochas liquefeitas. Os elementos radioativos no interior do magma ou a Uma das regiões mais inferiores do planeta, nos dois planos da vida. A radioatividade de determinados minerais afetam os corpos sutis dos seres que aí transitam, influenciando-lhes a estrutura etérica perispiritual.


IV – População

Na maior parte dos países, a vida espiritual não é nem ao menos cogitada. Daí que, na erraticidade, o mais vasto grupo são espíritos semelhantes a zumbis; simplesmente ignoram quem são ou qual sua real situação. Como há cada dez segundos desencarnam vinte pessoas no planeta, esse contingente de ignorantes compõe extensa massa da população terrena desencarnada, aproximadamente 40 bilhões de seres que, em suas existências, transitam entre as dimensões, ora no plano físico, ora no extrafísico. Estão profundamente ligados aos sentidos da carne, sentindo necessidade de vitalidade orgânica para perpetuar sensações de prazer. Buscam absorver do duplo etérico dos homens as energias vitais e ectoplasmáticas essenciais para a manutenção da saúde e vigor. Encarnados, não assumiram uma posição clara e resoluta. Ao cruzar a fronteira vibratória, são arrastadas como num vendaval, sem encontrar forças para se subtraírem às influências daninhas de espíritos delinquentes. Embora não percam o patrimônio intelectual adquirido, trazem a consciência nublada. Aos poucos, sua forma exterior vai se degenerando.

Dessa miríade de consciências que na Terra poderiam perfeitamente ser caracterizados como simples “massa de manobra”, destacam-se:

a) “fura-terras”

São seres endógeos, ou seja, vivem escavando a terra dos cemitérios na esperança de desenterrar seus antigos corpos. Enlouqueceram diante do pavor que a morte lhes inspirou, recusando-se a despertar o pensamento para que possam ser socorridos. Por apresentarem seu campo mental totalmente comprometido, a única sensação que experimentam é a do medo de qualquer outro ser vivo. Estão de tal maneira mergulhados em seu universo distorcido que não percebem o que ocorre em torno de si. Eventualmente, vagam pelas ruas à noite sem rumo definido, comportando-se como sonâmbulos; logo ao nascer do sol voltam para seus sepulcros tentando se enterrar pelo chão adentro.

b) cavernículas

São os denominados “fantasmas de cemitérios”. Mais humanos na aparência, apresentam corpos perispirituais com marcas profundas: feridas fétidas e membros amputados, frutos da impressão mental decorrente de acidentes e doenças graves. Desejando ocultar suas deformidades, somem no solo utilizando suas sepulturas como “portas” de ingresso ao pretenso mundo subterrâneo. Vivem em bandos embora tenham perdido a lembrança de como articular a voz. Diferente da classe dos “fura-terra”, não possuem o campo mental tão deteriorado, motivo pelo qual são presas fáceis dos feiticeiros encarnados que desdobrados os aprisionam sob o jugo do poder magnético a fim de os acoplar às auras dos encarnados vítimas de seus trabalhos obsessivos através da ressonância vibratória.

c) magos negros

Desde épocas mais remotas, organizaram-se em facções muito fechadas, sendo que cada grupamento é governado por um único líder. Trabalham com elementais e criações do pensamento, egrégoras e contaminações energéticas. Mantêm bases na subcrosta, nas profundezas dos oceanos e nas cavernas incrustadas nas rochas. Sua atuação fora mais intensa no momento histórico da Atlântida e da Lemúria. Muitos deles passaram a operar nos bastidores da história das civilizações humanas. Não desejavam de modo algum que a mensagem do Cristo viesse ao encontro dos povos da Terra. Tudo fizeram para impedir o desenvolvimento e a difusão da ideia cristã, sendo responsáveis pelas inúmeras investidas a fim de deturpar o conteúdo do Evangelho. O encarnado absorve os fluidos do ser mentalmente comprometido e cujo perispírito apresenta grave contaminação por elementos pertinentes à esfera astral, tais como matéria tóxica, larvas, bactérias e outras criações mentais.

Conjunto de formas pensamento de determinado local

Na verdade, a Atlântida data de pelo menos 100.000 A.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groenlândia até o Norte do Brasil. Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.

A Lemúria é citada no prefácio do Livro da Epopéia de Gilgamesh, a narrativa mais antiga da História Ocidental. O livro foi escrito há 5 mil e 500 anos pelos sumérios, a primeira civilização [ocidental] conhecida a inventar a escrita, e faz referências ao Grande Dilúvio de 10 mil anos atrás, ao final da última Era do Gelo em todo o planeta. Dizem as lendas que os sumérios foram os últimos descendentes do legado lemuriano. Ambas as civilizações receberam os exilados de outros
Orbes, espíritos detentores de grande bagagem científica e notável domínio mental sobre as forças da natureza.

Evitam enquanto podem a reencarnação, mas quando a ação telúrica ameaça a estabilidade dos centros de força de seu perispírito, não há como impedir o renascimento. Por serem dotados de intenso magnetismo e rigorosa disciplina mental adquiridos a partir do período de iniciação a que se submeteram, protelam não raras vezes por milênios a volta ao corpo de carne. Entretanto, chega um momento em que os magos têm de reencarnar sob pena de se transformar em ovoides, perdendo de vez a aparência perispiritual e retrocedendo a uma forma mental inferior. Daí, a constelação de poder formada há milênios fora obrigada a programar uma espécie de sucessão entre os diversos dirigentes das falanges que representam.

Dependendo da lucidez e da disciplina mental do reencarnante, já no útero materno começa a exercer influência sobre a formação do embrião. Manipula geneticamente seu futuro corpo de modo a propiciar o desdobramento consciente para que, ao longo da vida física, possam policiar seu território astral e exercitar seu poder de mando. O inquisidor Tomás de Torquemada (1420-1498) e Rasputin (1869-1916), e o Aiatolá Khomeini (1900-1989), são exemplos de líderes trevosos que se viram obrigados a reencarnar para não perder a forma perispiritual.

Das milícias negras sob jogo do mago são pinçados os sombras, espécie de agente secreto cujos objetivos, dentre outros, está o de exercer constante vigilância sobre aquele que for substituir cada mago enquanto permanecer encarnado. Ao mesmo tempo em que representam um poderoso fator de poder nas regiões do umbral, também se especializaram em diversos setores. Como nunca são conhecidos pelos sucessores dos magos, misturam-se aos demais integrantes milicianos.

d) feiticeiros do astral

Não se deve confundi-los com os magos negros. Ambos constituem categorias distintas, apesar de bastante confundidas. Enquanto estes últimos são personagens altamente atemorizantes do astral inferior, profundos conhecedores de certas leis do mundo oculto e dotados de vasto saber, os feiticeiros, ainda que fortemente intimidadores, são “aprendizes” experimentadores da manipulação energética e fluídica, podendo ser considerados mera degeneração dos magos, ou seja, mesmo que representem uma força considerável nos casos de obsessão, não detêm o saber milenar que possuem os magos, mas sim um ensino superficial e vulgar.

Força constante sobre os corpos espirituais na erraticidade, atraindo-os em direção ao centro do orbe de modo análogo à gravidade e que corrompe a coesão das partículas astrais componentes do perispírito, degenerando progressivamente a forma humana.

Guarda de elite dos magos negros conhecida e temida por sua periculosidade e ausência de medo.

Costumeiramente motivados por vinganças pessoais encomendadas ou não e ainda extremamente apegados a elementos mais grosseiros, fazem uso de sacrifício de animais, despachos, objetos de fetiche de um modo geral e oferendas como forma de canalizar suas energias às pessoas visadas.

Esta legião de espíritos feiticeiros também é especializada em métodos que denotam franca decadência. Habitualmente adestrados no uso de substâncias tóxicas diversas, extraídas do bioplasma das plantas, é frequente que estejam vinculados a traficantes e usuários de drogas, bem como ao desenvolvimento de novos narcóticos de uso popular. Empregam artefatos como condensadores energéticos e elementais naturais. Os feiticeiros astrais típicos foram iniciados em religiões de origem ou influência africana, tais como catimbós, canjerês, candomblés e vodus. Tanto quanto seus comparsas encarnados, são exímios exploradores da sexualidade, dedicando-se a fazer seus trabalhos com vistas a provocar união ou separação de casais, bem como influenciar o aspecto financeiro dos cidadãos. Nos casos mais mórbidos, comprometem a saúde física de suas vítimas, causando até mesmo a morte do corpo físico, mediante utilização de energias deletérias acumuladas nos cemitérios. Exploram os quiumbas em troca da “moeda corrente” do astral: o ectoplasma.

Já os verdadeiros magos negros possuem requintes de elaboração e sordidez em seus projetos que os feiticeiros estão longe de alcançar, uma vez que os primeiros são iniciados dos grandes templos do passado remoto além de exímios manipuladores das forças mentais, sendo capazes, inclusive, de controlar os elementos naturais. São espíritos especializados em manipulação de fluidos da natureza e das leis que os regulam. A iniciação nesses segredos ocultos sucedera em regiões da Mesopotâmia, Caldeia, Pérsia, Egito (templos de Karnac), Heliópolis além, é claro, daqueles advindos da Atlântida. Estão intimamente ligados ao surgimento dos grupos fundamentalistas islâmicos e adeptos de regimes extremistas no Oriente Médio, pupilos marionetes desses verdadeiros senhores da escuridão e que passam a ser objeto de intensa lavagem extracerebral na consecução de casos de perversidade ou crimes hediondos.

e) cientistas

A ciência astral, atualmente, está anos à frente da ciência dos encarnados, e o saber desses espíritos, muitíssimo além daquele compartilhado por estudiosos espíritas. O que diferencia essa classe da dos magos e feiticeiros, em sua grande maioria é que são dependentes de plasma sanguíneo na consecução de suas tarefas indignas. Espíritos marginais, galhofeiros, malandros e boêmios desencarnados. Entidades sem nenhuma especialização em seus atos. Também empregados pelos magos negros para provocar desordem em grupos espiritualistas de boa índole. Os problemas evitarão que o foco dos dirigentes recaia sobre a ação sombria e direcionada. Sobretudo, seu sistema de trabalho. Identificam-se como integrante da legião de cientistas do astral inferior todos os seres que realizam seus questionamentos segundo o método científico. Levantam hipóteses, pesquisam, inventam, teorizam e implementam ações de forma metódica e disciplinada, em conformidade com balizas acadêmicas similares às dos humanos. Empregam técnicas requintadas, planejamento minucioso e rigor científico visando objetivo predefinido. Especializada em diversas áreas do conhecimento humano, essa falange valoriza o intelecto em detrimento dos sentimentos, usando-o para o desenvolvimento de sutis artefatos tecnológicos e aparelhos parasitas a serem implantados nos corpos sutis de seus alvos, visando à desorganização profunda das emoções e das faculdades mentais.

Outra atividade consiste em extrair de seres viventes componentes ectoplasmáticos no intuito de abastecer os magos negros da força vital empregada na manutenção de suas cidadelas no astral inferior. 

O mais aterrador nessa classe específica é que contam com pessoas que tenham identidade de interesse no campo das pesquisas, voluntários em desdobramento. São médicos, biólogos, farmacêuticos e outros mais que, durante a vigília física, detêm sua mente exclusivamente às questões científicas e intelectuais, sem qualquer vínculo com o componente espiritual.

Devido à predominância do intelecto sobre o coração, frequentemente lhes faltam sensibilidade, simplicidade, a sabedoria e o Evangelho. Estes não fornecem somente ectoplasma aos cientistas do astral; emprestam também a atividade criativa do pensamento e o próprio corpo mental para a gestação de novas ideias nefastas. Ocorre como se cedessem poderoso “computador orgânico”. Para tal, os extrafísicos realizam procedimentos cirúrgicos no corpo mental do encarnado, nele implantando corpúsculos mentais estranhos ao hospedeiro. Tão logo inseridos nas correntes de pensamento, o corpúsculo se comporta como um vírus mental ou vibrião psíquico.

f) chefes de legião

Ligados diretamente aos dragões, representam seres ainda mais perigosos do que os magos negros, por serem espíritos ainda mais antigos e experientes na arte da sedução mental. Estes chefes de falanges sombrias são antigos generais nazistas e outros estrategistas que participaram de inúmeros conflitos ao longo da história das civilizações terrestres.

Recebem também a alcunha de espectros, a mais perigosa de todas as milícias do astral inferior. São os encarregados de administrar as ordens dos dragões e de se exporem vibratoriamente no lugar deles. Também são os responsáveis pela arquitetura dos planos de ataque às organizações do bem e às nações do planeta Terra. Elaboram investidas a representantes dos Seres humanos encarnados, ao pensamento progressista, a governos e líderes comunitários de expressão. Organizam e supervisionam as bases, os laboratórios e as comunidades astrais de grande importância para os planos dos dragões. Não é do feitio dos chamados soberanos atuarem no chamado campo direto de batalha espiritual.

g) dragões

Presença mais temida de todos os tempos. Seres de mais baixa vibração e mais alta periculosidade. Ocupam o 1o escalão da hierarquia maligna. Assim como os chefes de legião e de muitos dos magos negros, preexistem à história das civilizações terrenas. Sua origem remonta a outros mundos e aos exílios planetários, dos quais tais seres vieram, em situação de degredo cósmico.

Remanescentes do grande êxodo espiritual ocorrido em tempos que se perdem nos incontáveis milênios pregressos de formação geofísica do planeta, representam as legiões luciferinas, cujos líderes olvidaram os desígnios divinos, retardando sua encarnação por períodos inimagináveis.
Sua maneira de pensar, assim como o conhecimento, o desenvolvimento e a visão de mundo, da ética e da moral, não podem ser classificados simplesmente como errôneos, segundo uma perspectiva reducionista. Sua maldade é totalmente diferente do que se vê em todos os senhores das trevas enumerados até aqui. Algo simplesmente cósmico, transcendente, atemorizante. Sua cultura espiritual advém de bases sensivelmente distintas daquelas que norteiam a população do planeta Terra. Seu saber “estrangeiro” pulverizou-se entre as diversas falanges negras, sendo assimilado progressiva e difusamente ao longo das eras pelas equipes de especialistas das sombras.

Em função do alto grau de materialidade e toxicidade de seus perispíritos, não podem mais reencarnar no momento atual da Terra. Trata-se de uma impossibilidade material, fisiológica. Somente em mundos mais primitivos, num próximo exílio cósmico, terão renovadas suas oportunidades. São seres revoltados por terem sido banidos de seus mundos de origem; enfurecidos por saber que tudo progride e que não haverá lugar para eles na Terra, porquanto em breve serão mais uma vez expulsos para outro mundo. Distanciaram-se enormemente do contexto histórico-cultural. Aguardam inquietos, profundamente infelizes e inconformados, o momento irredutível do expatriamento sideral. Justamente aí a causa principal de tudo o que está sendo minuciosamente detalhado nessa singela contribuição aos discípulos de Kardec. Como a mais alta autoridade na rígida hierarquia dos senhores da escuridão, os dragões tentam adiar indefinidamente o progresso da humanidade a qualquer preço, pois sabem que estão fadados a um novo degredo para mundos ainda mais inferiores. Suas maquinações ocupam se mais do campo geopolítico e estratégico em âmbito internacional; interessam-se, sobretudo, pelas ideias e instituições de referência mundial. Procuram impedir tudo e todos que contribuam para o avanço da moral, do progresso e do bem, na ânsia de consolidar seu poder nas duas dimensões da vida.


V – Métodos

É preciso conhecer a arquitetura de poder que exercem as mentes extrafísicas responsáveis pela aglomeração de forças no chamado submundo astral. Regiões inteiras do mundo oculto, desde milênios, permanecem nas mãos dessas organizações criminosas. Os senhores do mal não confiam totalmente em seus subordinados e, assim, dividem sempre o trabalho em etapas, cada qual realizada por um grupo de espíritos. A tecnologia das trevas atua juntamente à prática da criação manejadora da matéria astral. Por trás, a presença de entidades altamente intelectualizadas, com profunda experiência científico/magística e portadoras de imensa cultura do mundo oculto.

Destaca-se que nenhum ser das sombras obriga ninguém a fazer aquilo que não quer ou o que já não existe em germe dentro da pessoa. Não há indivíduo no planeta sintonizado todo o tempo com as esferas elevadas ou imune a pensamentos e emoções desarmônicas. Por tal, a magia negra permanece orbitando em torno de seu campo vibratório até a ocasião em que se encontre em depressão energética, com o pensamento desgovernado ou as emoções em desalinho. Nesse momento infeliz, a energia aglutinada no astral “dilui-se” e é absorvida pela aura, de tal sorte que o acúmulo deletério se transfere integralmente para o endereço vibratório. 

As obsessões denominadas complexas abarcam implantes de larvas e aparelhos parasitas, magia negra, emprego de seres artificiais entre outras técnicas. A magia negra tida como a ação dos magos do astral é o tipo mais intrincado de obsessão do qual se têm notícia. Em geral se observa o uso de campos de força dissociativos ou magnéticos de ação contínua – agentes de instauração de desarmonias tissulares. Por desenvolverem uma relação simbiótica com os magos negros a serviço da indústria extrafísica da obsessão, os cientistas do astral cultivam vírus, bactérias e bacilos diversos com vistas ao desenvolvimento de doenças letais ou para aumentar o efeito daquelas já existentes. O transplante de partes ou órgãos do perispírito é corrente entre tais peritos das sombras os quais fazem incisões cirúrgicas diretamente nas linhas de força dos corpos espirituais, em processos complicadíssimos. No local onde antes funcionavam regularmente, surge um torvelinho de energias exsudando substâncias escuras.

Relativo a tecidos orgânicos.

Os feiticeiros do astral – cujo poder mental e hipnos sugestivo sejam significativos – poderão manipular e materializar certas comunidades microbianas cultivadas em charcos umbralinos, com fins de transferi-las para o corpo físico de seu alvo, causando enfermidades variadas de difícil diagnóstico pela medicina terráquea. Em macabra parceria com os cientistas, escravizam os cavernículas para transformá-los em cobaias de suas experiências ao utilizar aqueles como hospedeiros para o desenvolvimento de seres microscópicos nos laboratórios localizados nas regiões mais densas, aproveitando-se de seu estado perispiritual de grande decomposição. A matéria astral de seus perispíritos, obedecendo ao comando mental dos agentes das sombras, transforma-se num “ninho” onde os micro-organismos se desenvolvem e se reproduzem. Objetivam materializar aos poucos, na Terra, tais elementos cultivados em ambiente laboratorial através do ectoplasma que conseguem extrair dos humanos. 

O mesmo princípio de obtenção de energia de modo sustentável, que desafia a humanidade encarnada, verifica-se entre as inteligências das dimensões mais densas do astral. Na esfera extrafísica, a matriz energética pode se multiplicar muitíssimo, embora sua utilização dependa do desenvolvimento tecnológico das comunidades em questão. Os especialistas das trevas, ao longo dos milênios, descobriram maneiras de promover a sucção das reservas naturais de energia. Aprenderam a explorar as do ambiente tipicamente humano como o ectoplasma do duplo etérico e as energias físicas, extraindo-as dos minerais radioativos encontrados no interior da crosta terrestre, no magma ou no solo dos oceanos. Por meio de tecnologia, força e disciplina mentais, a empregam, transformam, coagulam ou simplesmente a induzem, lançando-a em direção a alvos objeto de seus interesses malignos. Compreende-se assim como constroem armas que se assemelham àquelas existentes no mundo físico. Embora o objetivo dessas não seja o de matar, isso não implica que sejam menos perigosas.

O armamento tem a finalidade de paralisar ou interromper a conexão do cordão de ouro, causando desligamento temporário do espírito de seu perispírito e provocando inconsciência mais ou menos duradoura. Há aparatos bélicos que visam induzir as vítimas a estados hipnóticos mecânicos, com irradiações na faixa do ultrassom. E ainda há armamentos mais potentes, equivalentes à artilharia pesada dos militares, responsáveis por desarticular ou desmantelar as criações fluídicas, as bases, as construções e os equipamentos de outros seres extrafísicos. 

Eles costumam se revestir de campos de força de distintas naturezas: dissociativos, de contenção em forma piramidal, esférica ou cúbica, para fins de proteção, aglutinação das células perispirituais e deflexão da luz, o que causa invisibilidade e faz com que os médiuns, mesmo aqueles que detêm o dom da visão extrafísica, nem ao menos os percebam em suas reuniões.


VI – Organização

Assim como todas as organizações criminosas compostas por encarnados, seja de abrangência local, regional (ex: PCC, Comando Vermelho) ou até mesmo internacional (ex: máfia colombiana, russa, japonesa, chinesa, italiana, turca), as forças sombrias organizam-se à semelhança de um exército, com diversos departamentos, implacável hierarquia, além de clara definição de papéis. No mais alto posto estariam os dragões, seguidos pelos chefes de legião, líderes das milícias negras. No âmago desse sistema de forças e poder que compõem a estrutura das trevas, surgiu a necessidade de se instaurar a figura do comandante, 3o escalão de poder, a executar as ordens diretas dos espectros. Sob a orientação destes, os subchefes encabeçam diretamente as legiões de ataque às bases e às fileiras do bem, tendo à disposição imenso contingente de espíritos especializados em diversas áreas, tais como ciência, medicina, magia, engenharia genética, logística técnica, etc.

Normalmente, os especialistas das sombras formam suas próprias associações e, do alto de sua pretensão, ignoram que são dirigidos ou induzidos por uma força mais tenaz, ditatorial, como a dos dragões. Poucos dentre os magos negros e um ou outro cientista têm noção exata da existência dessa estrutura de poder maior. Enquanto se entregam aos seus próprios planos obsessivos complexos, os dragões se ocupam com questões mais globais, não se envolvendo em casos particulares visto que deixam esse tipo de ocupação àqueles que se curvam a sua ascendência. O contingente de espíritos a serviço dos dragões é descomunal.

Embora os comparsas das trevas ajam com afinco e demonstrem tenacidade em seus propósitos, o que confere a ilusão de serem unidos, existe permanente disputa pelo poder entre as diversas facções de espíritos nas dimensões inferiores. Há verdadeiras guerras desencadeadas pelo abuso e pelo desejo de oprimir e sujeitar. Faz parte da política dos soberanos do mal que seus subordinados não saibam muita coisa sobre eles. Preferem comandar tudo, mantendo os subalternos na ignorância de sua própria existência. Isso se reproduz, de certo modo, em toda a escala do mal. É comum que, embevecido com o poder de mando, o representante de determinado patamar hierárquico seja levado a crer que é soberano em suas atitudes. Alimentam a ilusão de subjugar sem serem subjugados.


VII – Conclusão

O mundo está numa encruzilhada, no que tange, ao momento evolutivo de seus habitantes. Estamos no meio de uma batalha espiritual sem precedentes na história. Somos nós os chamados para a hora do Armagedom. É fundamental a abertura consciente para o novo; o avanço que se incorpora à base que já existe. Capacitar-se significa somar, e não subtrair ferramentas. É inadiável a atualização dos métodos espíritas em face dos ataques cada vez mais elaborados dos emissários das sombras. No âmbito da terapia espiritual, o diálogo precisa ser reformulado em seus princípios, incorporando elementos da programação neurolinguística e da psicologia, além de outras áreas da comunicação que tratam do conhecimento da alma humana.

Não adianta a doutrinação convencional nem as pregações evangélicas com frases decoradas que estão mais na boca do que na vivência legítima. É conveniente lembrar Jesus; não há uma circunstância sequer nos relatos do Evangelho em que ele tenha se posto a dialogar amistosamente com espíritos perversos. Segundo a terminologia bíblica, ele “expulsava os demônios” com linguagem impositiva, baseando sua metodologia na ascendência moral ímpar que possuía. O próprio Livro dos Espíritos esclarece:

– Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
Resposta: Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos; os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão. 

Nada de pregação estéril; ao invés disso, conversas que busquem revelar o íntimo das criaturas em desequilíbrio, habilidade em que era mestre o Nosso Senhor Jesus. O desenvolvimento da metodologia do processo obsessivo por parte desses espíritos nos leva fatalmente à necessidade de desenvolver procedimentos desobsessivos à altura. Repare que isso é tão-somente reagir às sombras, quando o ideal que perseguimos é antecipar-se a sua ação maligna. O comando verbal, aliado ao poder da palavra pronunciada com convicção, à assistência espiritual superior especializada e finalmente ao magnetismo animal de que dispõem os médiuns, tudo isso formará o conjunto de fatores capaz de fazer frente a ascendência dos “procuradores” da escuridão, criaturas portadoras de conhecimento e maldade em níveis superlativos, empregando tais atributos consciente e deliberadamente na arquitetura e perpetuação dos crimes mais hediondos contra a humanidade.

A superioridade tecnológica dessas inteligências é algo passageiro porque a vida no mundo astral é impermanente; toda criação desse plano é passível de desaparecer ou diluir-se no grande reservatório de energias próprias dessa realidade transitória. Construções, invenções e aparelhos frutos das criações mentais de tais consciências poderão ser destruídos ou desorganizados pela ação de outros agentes do mundo extrafísico, oriundos de determinada dimensão superior à do plano astral.

Durante uma doutrinação, os “experts” da hierarquia maligna sempre mostrarão nossas fragilidades morais. Eles conhecem nossos mais profundos pecados. O objetivo é baixar o tom vibratório do doutrinador, sua autoestima. Assim, o sentimento de culpa possibilitará a dominação mental por parte do ser trevoso. Uma vez que encarnados tenham informações acerca do modus operandi dessas entidades, poderão formar parcerias efetivas com os mentores e atuar como instrumentos das forças sublimes da vida. Para isso, faz-se mister o comprometimento integral com a causa do bem.

Uma Casa Espírita é uma equipe de Jesus em ação com autoridade moral, não dos médiuns, mas sim da equipe que a tutela no Mundo Maior (Livro de Mateus: “Ide e pregai este evangelho a todas as nações; até os demônios irão se submeter a vós; pisareis a serpente e a áspide que tentarão passar o veneno delas para vocês, mas não vos ferirão, pois EU vos dou autoridade sobre os espíritos”).

Ninguém está no espiritismo porque é bom, mas sim porque tem muito há “saldar”. O maior homem do Mundo morreu com os braços abertos. Por que devemos permanecer com eles cruzados? O panorama atual do planeta chama-nos à responsabilidade; quem não se colocar como instrumento das forças superiores do bem, já está, por si só, entregando-se como instrumento das forças de oposição ao Cordeiro. Não precisamos ficar apreensivos ou temerosos, pois o Plano Superior dispõe de recursos mentais, técnicos e espirituais para fazer frente a qualquer tipo de ataque das trevas.


VIII – Referências Bibliográficas

 – Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro, RJ, FEB, s.d.. Tradução da 2a ed. francesa, por Guillon Ribeiro;
 – Pinheiro, Robson. Pelo espírito Ângelo Inácio. Legião, Um Olhar Sobre o
Reino das Sombras. São Paulo, SP. 1a ed. Editora Casa dos Espíritos;
 – Revista Veja (versão eletrônica). São Paulo, SP. Ed. 2055 de 9 de abril de
2008. Editora Abril; 

www.users.hotlink.com.br/egito/atl.htm
www.neocodex.vilabol.uol.com.br/ernestoribeiro/civilizacoesperdidas.htm
http://www.chamada.com.br/mensagens/verdade_armagedom.html

 – VII Seminário Ramatis – RJ. O Espiritismo na Atualidade. Palestra 5 (“Obsessão e auto-obsessão” – Robson Pinheiro) e Palestra 4 (“Projeção da Consciência” –Wagner Borges).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

As Profecias dos Índios HOPI


Este antigo povo da raça vermelha (descendente dos atlantes) continua a praticar a sua cultura tradicional, num grau mais elevado que a maioria dos outros nativos americanos.

A religião dos HOPI é essencialmente pacífica e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo.

Nos seus ritos religiosos, os Hopi pedem benefícios para todos os povos da Terra.

Os HOPI são uma nação nativa norte americana dos Estados Unidos da América que vive principalmente na Reserva Hopi no noroeste do Arizona, com 1,5 milhões de acres (6 000 km²), que está rodeada pela reserva Navajo. Alguns Hopi vivem na reserva indígena do Rio Colorado, no oeste do Arizona.

A aldeia Oraibi, também referida como Old Oraibi, é uma aldeia indígena HOPI na área do município de Navajo County, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, na parte nordeste do Estado. 

Conhecido também como Orayvi pelos seus habitantes nativos, e que está localizado na Third Mesa local da Reserva indígena HOPI perto de Kykotsmovi Village. Não há um censo ou estimativas precisas para o total da população atual da aldeia. 

Oraibi foi fundada pouco antes do ano 1100, se tornando uma das mais antigas povoações habitadas continuamente dentro dos Estados Unidos. Os arqueólogos especulam que uma série de secas severas no final do século 13 forçou os peles vermelhas HOPI a abandonarem várias aldeias menores na região e se consolidarem dentro de alguns centros populacionais maiores. 

Como Oraibi foi um desses assentamentos sobreviventes, a sua população cresceu consideravelmente, e se tornou populoso e o mais influente dos assentamentos HOPI. 

Estima-se que em 1890 a aldeia tinha uma população estimada em 905 habitantes, quase a metade dos que havia em 1824, que se estimava viverem em todos os assentamentos dos Hopi na época.

Oraibi permaneceu desconhecido para exploradores europeus até cerca de 1.540, quando o explorador espanhol Don Pedro de Tovar (que fazia parte da expedição de Coronado ) encontrou a civilização dos HOPI enquanto procurava as lendárias Sete Cidades de Ouro. O contato com os europeus permaneceram (e foram evitados enquanto possível) escassos até 1.629 quando a missão San Francisco estabelecida na aldeia. 

Em 1680, a Revolta Pueblo resultou em diminuição da influência espanhola na área e a cessação da missão dos jesuítas. As tentativas posteriores para restabelecer as missões em aldeias HOPI foram recebidas com repetidas falhas. A primeira (Old Oraibi) missão criada pelos jesuítas ainda hoje é visível como uma ruína.

Este antigo povo da raça vermelha (descendente dos atlantes) continua a praticar a sua cultura tradicional, num grau mais elevado que a maioria dos outros nativos americanos. A religião dos HOPI é essencialmente pacífica e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Nos seus ritos religiosos, os Hopi pedem benefícios para todos os povos da Terra.

Possuem uma cosmogonia que em tudo se assemelha a concepções que parecem repetir-se por todo o planeta, fato indicativo de que, de algum modo, toda a Humanidade recebeu as suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido ao longo do tempo pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.

Os HOPI também acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo (Em tudo muito semelhante à cultura hindu dos Vedas) .  

O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando esta tradição que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções – seja planeta, asteroide ou cometa (ou uma estrela Anã Marrom, companheira de nosso Sol)  – produzirá evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre.

Este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a ideia de uma punição, de um karma negativo a ser resgatado, prevendo que a chegada de uma estrela azul em nosso sistema solar virá coroar uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: irá acontecer uma guerra e esta será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Somente os HOPI, ou os Pacíficos (de todos os povos), serão poupados, restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo, o próximo.

Existe uma rocha saibrosa num penhasco perto de Second Mesa, que pertence à reserva Hopi no Arizona. Neste penhasco está gravada uma imagem do nosso passado, presente e futuro. Este local é mais comumente conhecido como a rocha da profecia Hopi.

Os sinais gravados na rocha, que falam da profecia dos peles vermelhas da nação Hopi.

Os sinais que anunciam o grande final já estão a acontecer há algum tempo e são igualmente parecidos com todos aqueles citados em outras profecias, das mais variadas culturas pelo mundo, a grande maioria decorrentes dos aspectos negativos do notável avanço tecnológico alcançado pela Humanidade e conseqüente falta de espiritualidade.

Os HOPI, assim como outros povos, foram “salvos de um grande dilúvio” no passado e estabeleceram um acordo com o Grande Espírito (O Criador) em que nunca mais se separariam dele. Então ele fez um conjunto de sinais deixados em tábuas de pedra sagradas chamadas Tiponi, gravadas na rocha na velha aldeia em Oraibi nas quais inseriu os seus ensinamentos, profecias e avisos.

A profecia desta rocha descreve dois tipos de caminhos: o caminho daqueles que pensam preferencialmente com a cabeça (intelecto) e o daqueles que pensam mais com o coração (que compreendem a beleza e a sacralidade de toda a vida universal).

A profecia mais persistente e confirmável é uma que foi dada nos tempos antigos pelos Anciões Hopi. Esta profecia foi passada através da tradição oral e pela referência às tábuas antigas, escritas na rocha. Os anciões revelaram que haveria nove Sinais antes que surgisse o 5º Mundo.

Este quinto novo (também coincide com a idéia hindu encontrada nos Vedas) mundo seria um mundo de paz e de abundância – uma Nova Terra. De acordo com Pena Branca, um sábio ancião HOPI do antigo Clã dos Ursos, a profecia se realizaria assim:

“O Quarto Mundo terminará em breve e o Quinto Mundo então começará. Os anciões sabem disto. Os Sinais no decorrer dos anos foram se realizando e assim são poucos os que restam:”

Este é o Primeiro Sinal: Foi-nos dito da vinda dos homens de pele branca, como Pahana, nosso perdido Irmão Branco das Estrelas. Mas estes homens não viverão como Pahana, eles serão homens que tomarão a terra que não é deles e os homens que atacarão os seus inimigos com o trovão (armas de fogo).”

Este é o Segundo Sinal: As nossas terras verão a vinda das rodas cheias de vozes. Na sua juventude, o meu pai viu esta profecia realizar-se com os seus olhos – os homens brancos que trouxeram as suas famílias em vagões (os carroções dos colonos) pelas pradarias.”

Este é o Terceiro Sinal: Uma estranha besta como um búfalo com grandes e longos chifres assolará a Terra em grande número. Estes Penas Brancas viram com os seus próprios olhos – a vinda do gado de longos (raça Long Horn) chifres dos homens brancos.”

Este é o Quarto Sinal: A Terra será atravessada por cobras de aço – os caminhos-de-ferro” (as estradas de ferro e os trens).

Este é o Quinto Sinal: A Terra será atravessada por uma rede gigante de fios de aranhas – a energia elétrica e as linhas primeiro dos telégrafos e agora pelas linhas telefônicas”.

Este é o Sexto Sinal: A Terra será atravessada por rios de pedra que fazem imagens – auto-estradas com miragens causadas pelo Sol”.

Este é o Sétimo Sinal: Vocês ouvirão o mar se transformar em negro e muitas coisas vivas morrerão por causa disto – derramamento de petróleo nos oceanos”.

Este é o Oitavo Sinal: Vocês verão muitos jovens da raça branca que usam cabelos longos como a nossa gente. Eles virão e se juntarão às nações tribais, para aprenderem novos modos e sabedoria – os hippies nos anos 60 e 70.”

E este é o Nono e Último Sinal: Vocês ouvirão uma residência nos Céus, acima da Terra, que cairá com um grande estrondo. Aparecerá como uma Estrela Azul. Logo depois disto, as cerimônias do meu povo cessarão”.

O Ancião Pena Branca continua:“Estes são os sinais que mostram que a grande destruição está a se aproximar. O mundo balançará para lá e para cá. O homem branco lutará contra outras pessoas em outras terras, com aqueles que possuem a primeira luz da sabedoria. Haverão muitas colunas de fumo e fogo, como Pena Branca viu o homem branco fazer nos desertos, não muito longe daqui. Só os que virão causarão doença e um grande número morrerá. Muitos do meu povo entendem as profecias e estarão seguros. Esses que ficarão e que vão morar nos lugares onde mora o meu povo estarão seguros."


Uma das profecias HOPI parece estar relacionada as estrelas da Constelação das Plêiades e  profetisa: “Quando a Estrela Azul Katchina  fizer sua aparição nos céus, o Quinto Mundo então começara. Este será um dia de purificação”. 

Então haverá muito para reconstruir. E logo após Pahana ter (significa irmão branco dos céus) desaparecido, retornara e trará com ele o amanhecer do Quinto Mundo. 

Esta lenda da volta do Pahana parece estar intimamente relacionada com os Aztecas e a história de Quetzalcoatl, (assim como outras lendas da América Central). "Ele plantará as sementes da sabedoria nos corações das pessoas. Até mesmo agora as sementes estão a ser plantadas. Isto abrirá o caminho para o aparecimento do Quinto Mundo”.

A profecia HOPI refere que o aparecimento da Estrela Azul Kachina nos céus iniciará um período de grande purificação, um período em que a Terra será purificada e limpa da negatividade, em preparação para o surgimento do 5º Mundo (“virá quando Saquasohuh – a estrela azul – Kachina dançar na praça e remover a sua máscara”).

Podemos dizer que o primeiro caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério esquerdo do cérebro, privilegiando o pensamento analítico, enquanto que o segundo caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério direito, servindo-se mais do pensamento intuitivo. 

O homem moderno tem pouco (ou nenhum) equilíbrio porque vive numa sociedade em que o hemisfério esquerdo do seu cérebro é o dominante. Atualmente damos mais ênfase ao raciocínio analítico  e menos importância à intuição e aos sentimentos.

A profecia da rocha mostra um entroncamento no qual todas as pessoas vão ter de fazer uma escolha, ou continuam a pensar apenas com a cabeça ou decidem começar a pensar mais com o coração (o quarto Chakra, o Anahata, um centro sentiMENTAL, do amor incondicional pela vida).

Se escolherem o primeiro caminho, isso irá guiá-las à autodestruição, mas se escolherem pensar com o coração, então gradualmente regressarão ao estilo de vida natural (e pelo respeito à Mãe Terra e a sua natureza) e sobreviverão. Publicado em Fevereiro de 2014.

Assista abaixo o documentário do History Channel:


Fonte da matéria: thoth3126.com.br

9 SINAIS de que você é uma ALMA ANTIGA


Há um tipo especial de pessoa em nosso mundo que se encontra sozinha e isolada, quase desde o nascimento. Sua existência solitária não é por uma preferência ou um temperamento antisocial, ela é simplesmente da idade, velha de coração, velha na mente e velha na alma.

Essa pessoa é uma alma antiga que possui uma visão de vida muito diferente e mais amadurecida do que daquelas ao seu redor. Como resultado, a velha alma vive sua vida internamente passeando em seu próprio caminho solitário, enquanto o resto do rebanho ao seu redor segue outro caminho.

Talvez você já tenha experimentado isso em sua própria vida, ou testemunhado em outra pessoa? Se assim for, este artigo é dedicado a você, na esperança de que o ajude a definir-se ou a compreender melhor o outro.

A velha alma

Robert Frost, Eckhart Tolle e até mesmo Nick Jonas têm sido chamados assim; talvez até mesmo você tem sido… Eu, como muitos deles, fiz esta auto descoberta após a reunião com Sol, que me contou sobre sua infância como um menino precoce e inteligente que teria amizade com os professores ao invés de alunos, apenas porque eles eram muito diferentes de si, e de como relatou sua incapacidade de encontrar interesse e conexão com as pessoas de sua idade. Descobri que sentia o mesmo que Sol. E ainda sinto.

Se você ainda não descobriu se é uma velha alma, leia alguns dos sinais reveladores abaixo:

1. Você tende a ser um solitário.

Devido ao fato de que as velhas almas são desinteressadas ​​nas atividades e interesses de pessoas de sua faixa etária, elas acham lamentável fazer amizade com pessoas que possuem dificuldades de se relacionar. Assim, as velhas almas tendem a encontrarem-se sozinhas a maior parte do tempo… as pessoas simplesmente não se relacionam com elas.

2. Você ama o conhecimento, a sabedoria e a verdade.

Sim… Isso parece um pouco grandioso e excessivamente nobre, mas a velha alma se encontra naturalmente gravitando para o lado intelectual da vida. Velhas almas entendem que o conhecimento é poder, a sabedoria é a felicidade e a verdade é a liberdade. Então por que não buscar tais coisas? Essas atividades são mais significativas para elas do que ler sobre as últimas fofocas do mais recente namorado de uma famosa qualquer, ou os últimos resultados do futebol.

3. Você é espiritualmente inclinado.

Velhas almas são mais emocionais e tendem a naturezas sensíveis e espirituais, a superar os limites do ego, a buscar a iluminação, promover o amor e a paz. Estas são suas principais atividades, pois para elas o uso gratificante do tempo é algo sábio.

4. Você entende a transitoriedade da vida.

Velhas almas são frequentemente atormentadas com lembranças não só da sua própria mortalidade, mas de tudo e de todos ao seu redor. Isto faz com que eles sejam cautelosos e por vezes sabiamente se retirem, buscando uma melhor maneira de viverem suas vidas.

5. Você é pensativo e introspectivo.

Velhas almas tendem a pensar muito sobre tudo. Sua capacidade de refletir e aprender com as suas ações e as ações dos outros é o seu maior mestre na vida. Uma razão pela qual as almas sentem tanto no coração é porque elas aprenderam muitas lições através de seus próprios processos de pensamentos, e possuem muito conhecimento sobre diversas situações da vida devido a sua capacidade de silêncio e de atenta observação do que se passa ao seu redor.

“Com que idade você estaria se você não soubesse quantos anos tem?” - Satchel Paige

6. Você vê o panorama da situação.

Raramente velhas almas se perdem em detalhes superficiais, promoções no trabalho, bustos e homenagens na TV, artificialidades em geral… Velhas almas têm a tendência de olhar para a vida a partir de uma visão panorâmica, vendo qual o caminho mais sensato e significativo para abordar a vida. Quando confrontadas com questões, velhas almas tendem a vê-las como dores temporárias que apenas servem para aumentar a quantidade de alegria sentida no futuro. Consequentemente, velhas almas tendem a ser plácidas, de natureza estável, como resultado de sua abordagem à vida.

7. Você não é materialista.

Riqueza, status, fama, e a última versão do iPhone são um fardo para as velhas almas, que não veem o propósito de perseguir coisas que podem ser facilmente tiradas de seu meio. Além disso, elas possuem pouco tempo e interesse pelas coisas de curta duração na vida, pois estas trazem consigo pouco significado ou satisfação duradoura. No entanto, costumam ter facilidade para entender como funcionam as novidades tecnológicas, pois possuem mentes ágeis e de fácil assimilação.

8. Você era uma criança estranha e socialmente mal adaptada.

Isso nem sempre é o caso, mas muitas almas apresentam sinais estranhos de maturidade em idades jovens. Muitas vezes essas crianças são rotuladas como “precoces”, “introvertidas” ou “rebeldes”, deixando de se enquadrar nos comportamentos tradicionais. Geralmente são extremamente curiosas e inteligentes, vendo a inutilidade de muitas coisas que seus professores, pais e colegas proferem, resistindo a elas de forma passiva ou agressiva. Se você pode falar com seu filho/filha como se ele/ela fosse um adulto, você provavelmente tem uma velha alma sob seus cuidados.

9. Você apenas “sente” a idade.

Antes de colocar um nome para o que eu sentia experimentei algumas sensações de ser simplesmente uma “pessoa idosa” por dentro… Os sentimentos que acompanham uma velha alma geralmente são: desconfiança mundial, cansaço mental, paciência vigilante e calma destacada. Infelizmente, muitas vezes isso pode ser percebido como indiferença e frieza, apenas um dos muitos mitos em relação a uma velha alma. Assim como algumas pessoas já de idade se descrevem como sendo “jovens de coração”, também os jovens podem se sentir “velhos no coração”.

Fontes: 

A Linhagem dos Deuses


O Novo Testamento é um livro todo compilado por bispos católicos do século IV para sustentar a então recente fé cristã que nascia, assim como as escrituras do Antigo Testamento foram arquitetadas para apoiar a fé hebreia que emergia em sua época. O primeiro grupo de livros canonizados posteriormente pela igreja católica foram escritos quando os judeus estavam presos em um cativeiro na Babilônia Mesopotâmica. Isso reforça a evidencia de que de fato os primeiros registros (os originais), foram guardados na Babilônia.

A história mesopotâmica na realidade era a história da Suméria, onde os antigos sumérios se referiam aos prados do delta do rio Eufrates como o "Eden ou Jardim do Eden".

Sabemos que na compilação para o Velho Testamento, foram ignorados (propositalmente) alguns ou muitos livros como o "Livro de Enoc" e o Livro dos Jubileus.

Nessa história toda, são citados dois deuses: Um é Jeová, Javé ou em sua forma original "tetragramaton” "YHWH" (sou o que sou) um deus tempestuoso, irado e vingativo. Dito até como um deus da guerra. Mais tarde foi também o deus dos judeus "El Shaddai" que significa "Deus das montanhas" ou apenas "montanha alta".


O outro deus, chamado de "Senhor" e com muitos paralelos também, se mostra um deus não só com perfil mais “misericordioso”, mas principalmente para a sabedoria e a “fecundidade”.

Nos tempos antigos, a palavra hebreia para "Senhor" era "Adon" (Adonai). Mais tarde os fenícios a usaram para o seu deus “Tamuz” e os gregos a usaram para o deus “Adônis”. Como sabemos que houve uma espécie de disputa para se determinar qual era o deus verdadeiro, muitos nomes surgiram e muitas vezes se misturaram ao passar do tempo. Posteriormente o “deus” referido na bíblia se torna o personagem principal como único “deus”. Entretanto, em contradição, muitas tradições antigas relatam que estes "deuses" não eram só diferentes, mas que também tinham pais, esposas e filhos. Inclusive nas escrituras sumérias, descrevia estes deuses em questão como irmãos.

Durante o início da era patriarcal, os hebreus emergentes tentaram apoiar “Adon” (senhor), mas isso sempre gerava um castigo vingativo e cruel do deus "El Shaddai" ou "Jeová" como inundações, tempestades e destruições em geral. Um exemplo disso ocorreu em 586 AC quando Jerusalém foi "derrubada" por ordem de Jeová e milhares de israelitas viraram reféns na Babilônia, simplesmente porque um descendente do seu rei Davi havia erigido altares em veneração a “Baal” (Adon).

Foi exatamente ai que o nome Jeová surgiu e sua adoração foi a próxima religião imposta pelo temor a “deus”. 500 anos depois a igreja católica muda o tal Jeová por apenas "Deus", mantendo a doutrina de fé por temor a deus, enquanto o tal Adon ficou esquecido e “demonizado”.

Isso nos dá a certeza de que, dentro de um panteão geral de deuses e deusas (muitos dos quais são mencionados na Bíblia), haviam dois deuses predominantes e opostos. Em diferentes culturas eles têm sido chamados de: Elyon e Baal, El Shaddai e Adon, Ahriman e Mazda, Jeová e O Senhor, etc... Principalmente de ENLIL e ENKI.

ENLIL, o deus que editou o deus Jeová era: “Ilul-kur-gal” que significa “o alto da montanha”. ENKI ou EA (Earth) conhecido como “Senhor da ou na Terra” ou apenas como “Senhor” ou Adon era também reconhecido pela palavra “Arquétipo”.

As escrituras nos informam que foi ENLIL o responsável pelo famoso “Dilúvio” e pela destruição da cidade sumeriana de UR e a própria Babilônia. Mais tarde, foi o responsável pela destruição das cidade de Sodoma e Gomorra no Mar Morto, pois eram ditas amaldiçoadas, porém há indícios de que eram locais onde se desenvolviam alguns centros de sabedoria e aprendizagem. Enlil mais tarde se tonou também o deus muçulmano Allah.

ENKI ao que parece, consentiu ao povo sumeriano, acesso a “Árvore do Conhecimento” e a “Árvore da Vida”. Foi ele quem ajudou a seus escolhidos, a escapar do dilúvio do irmão. Foi também o responsável pelas “Tábuas do destino” ou melhor, “os 10 mandamentos”, além de outras “tabuas da lei” que gerou a base das escolas de mistério do Egito antigo.

É claro que seu filho “Ningishizida”, conhecido por Thot e tantos outros arquétipos históricos, também é conhecido como um “deus” ou “filho de deus” responsável pela instrução da humanidade. Aliás a palavra Humano que em latim é “Humana”, é relacionada com palavra “Ninhursag” (“HU” significa “Ela”) que era “Hator” a casa de Horus/Thot.

Há muitos livros que falam sobre a “Escola Hermética do Faraó Totmosis/Tutmés III” , mas muito pouco se fala que essa escola que ele herdou era originalmente a “Corte do Dragão”, fundada pelos Sacerdotes de Mendes (Igreja de Satan) por volta de 2200 AC. Posteriormente foi ratificado/aprovado pela décima segunda dinastia da Rainha Sobekneferu como uma Soberana Ordem Sacerdotal para que que fosse levada eventualmente desde o Egito aos reis de Jerusalém e aos príncipes do Mar Negro de Scythia. A mais ou menos 600 anos, o Rei hungaro Segismundo restabeleceu a “Ordem” que passou a se chamar “A Corte Imperial e Real da Soberania do Dragão” sob os auspícios da Casa de Vere de Anjou.

Os primeiros “Reis”, que reinaram na Suméria e Egito antigo e depois Israel, eram “ungidos” em ritual com o óleo do messeh ou Gordura do Dragão, conhecido como "o suco do crocodilo/réptil sagrado(Sobek) ou o “Messeh” como era dito, pois dessa palavra se originou o verbo hebreu “ungir” (Mashiach). Foi a partir dessa prática de “unção real sagrada” dedicada a uma entidade réptil que surgiu readaptado no cristianismo o termo “Messias” (como salvador). Os reis uma vez ungidos, se tornavam “Dragões” (os ungidos). Em tempos de guerra, quando se uniam diferentes reinos, era escolhido um líder no qual era chamado de “O grande Dragão” (Rei dos reis), um grande líder que os salvaria. Também conhecido pelo termo: Pendragon (Pen Draco insularis) [Pai do grande rei Arthur].

[O glifo egípcio para os Maçons, ‘HUN-U’. ‘HUN’ é a palavra raiz que significa "Lagarto". ‘HUN-U’ é, literalmente, "Aquele que é - dos Lagartos"]

A palavra Dragão vem de “Draco” em latim, (em grego Drákon), significa “diabo” em Romeno. Alfa Draconis ou Thuban, está na constelação de Draco (Draconis), a estrela polar do norte dos povos antigos. As Leis Draconianas são conhecidas por serem muito rígidas e severas. Medidas Draconianas, geralmente tem a ver com uma ação militar (guerra). O nome Drácula vem de Draco, que foi o principe Voivoda da Valáquia, conhecido como Vlad o Empalador. Voivoda significa em eslavo: ”comandante/condutor de uma força militar”. Bom não é a toa que recentemente, o príncipe Charles afirmou ser parente do próprio Conde Draculea ou Vlad, o empalador

Uma curiosidade sobre a palavra “Realeza” (kingship) é que ela é praticamente idêntica a palavra “Parentesco” (kinship). Ou seja, se é da realeza, tem que ter um parentesco (família), mantendo assim a mesma linhagem genética. Na forma original da palavra “Kingship/Kinship” era “Kainship” (Kain-ship), e o primeiro rei da sucessão messiânica era simplesmente o “Cain/Kain” bíblico (a cabeça da casa suméria de Kish). [Rei-King=ligação sanguínea].

Na bíblia, tradicionalmente se diz que Caim é o primeiro filho de Adão e Eva, mas no livro Gênesis (Gene+Isis) na tradução inglesa de King James diz que não foi assim. Inclusive, confirma como a personagem Eva disse a Adão que o pai de Caim era “O Senhor”, ou seja, Adon/Enki, o arquétipo. Até mesmo em outros livros como as escrituras do Talmude hebreu (livro sagrado dos judeus) e no Midrash deixa bastante claro que Cain NÃO era filho de Adão.

No Gênesis diz que Caim era um agricultor, mas na verdade houve uma alteração na tradução, pois nos textos originais diz que Caim “teve domínio sobre a Terra (planeta)”, o que combina mais ao seu status de “Rei”. Parece que os tradutores oficiais da bíblia tiveram muitos problemas com a palavra “terra”, onde hora a traduziam como referencia de solo/barro/pó ao invés de traduzi-la como Terra (planeta). Por exemplo quando na bíblia diz que o homem foi feito da terra/barro e se chamou Adão/Adan, mas em escrituras mais antigas, a palavra completa era “Adama” que significa “da Terra (planeta)”, e não da terra/solo/pó/barro. Ou seja, em termos hebreus, significa precisamente “Terráqueos”, no coletivo para “masculino e feminino” (ambos).

Nos cilindros sumérios diz que por volta de 6 mil anos Atâbba e Kâva (Adão e Eva), chamados coletivamente de “Adâma” foram criados por “propósitos da realeza” por Enki e sua esposa/irmã Nin-khursag em uma espécie de câmara que se chamava “Casa de Shimtî" (Shi-im-tî que significa “Alento” - sopro – vida). Certamente Adão e Eva não eram as primeiras pessoas na Terra, mas foram os primeiros da sucessão “Real” alquimicamente idealizadas/projetadas. Nin-khursag era chamada de a “Dama do embrião” ou a “Dama da vida” e era a mãe substituta de Adâma que foram criados a partir de um óvulo humano fertilizado pelo “Senhor” Enki. Os hebreus atribuíram o título de Nin-khursag (Dama da Vida) a Kâva/Ava/Eva que subsequentemente significaria “Vida”. Segundo a tradição do “Dragão”, Caim teria seu sangue ¾ de descendência Anunnaki, e seus “meio-irmãos”, Hevel e Satânael (Abel e Seth) menos de ½.

O interessante é que na língua suméria, “A Dama da Vida” era Nîn-tî (Nin significa Dama, e significa Vida). Entretanto, outra palavra suméria; ti (com pronúncia mais larga “tii”) significa “costela”, e foi justamente em virtude dessa “confusão” (será?) entre as 2 palavras por parte da tradução para a língua hebreia que Eva passou a ser interpretada como uma “costela de Adão”. [O mais correto seria "célula" - Eva foi feita a partir de uma célula de Adão].

Enki, Enlil, Nin-khursag e outros “deuses” pertenceram ao panteão conhecido como Anunnaki (também chamado de “A Corte dos Elohim”.

Salmo 82: 
Frases ditas por Jeová/Enlil (Antigo Testamento):
1 - “É Deus quem preside a assembleia divina; no meio dos deuses, ele é o juiz”. 
6 - “Eu disse: 'Vocês são deuses, todos vocês são filhos do Altíssimo”.
8 - “Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois todas as nações te pertencem”.

Segundo consta na tradição do “Dragão” (inclusive nas escrituras originais), pelo fato de o sangue de Caim ser¾ Anunnaki, ele era considerado “acima” de Abel. Isso foi mal interpretado nas escrituras, quando diz que Caim se “ergueu” contra Abel e derramou seu sangue sobre a Terra. Na verdade, estava dizendo que seu DNA era mais avançado que o de Abel.

Em Genesis, numa discussão com “deus/jeová”, Caim recebeu uma “Marca”, porém na verdade não era Jeová e sim o “Senhor”, ou seja, Enki que colocou essa marca sobre Caim jurando vingança “sétupla” contra seus inimigos. O curioso é que na interpretação “oficial” da bíblia, se Caim matou Abel e teoricamente eles e mais Adão e Eva eram os únicos no planeta. Então quem poderiam ser os inimigos de Caim?... Contraditório não! 

Enfim, a “Marca de Caim” era na verdade, originalmente referida pelo povo sumério, como a insígnia (o mais importante símbolo) que denotava o direito à linhagem sanguínea messiânica do Dragão, chamado de “Gra-Al”. Esse símbolo era digno como a copa das águas ou Rosacruz, e foi identificada (inclusive nos primórdios egípcios, fenícios e hebreus) como um cruz vermelha vertical dentro de um circulo. Através das eras ela foi embelezada e enfeitada, mas mantendo-se essencialmente a mesma reconhecendo-se como o símbolo do Santo Graal.

Curiosamente, Caim se casou com sua meia-irmã, chamada Luluwa que era uma princesa puro sangue Anunnaki, filha de Enki e Lilith, uma neta de Enlil. Claro que tendo sido editada, esses nomes não são mencionados na bíblia, mas seu filho Enoc sim é mencionado. Já nos registros sumérios é citado seu filho mais velho e sucessor real Atûn mais conhecido como Rei Etâna de Kish que diziam ter "caminhado" entre os deuses e foi alimentado pela Planta do Nascimento ou a Árvore da Vida. A partir daí, os reis dessa linhagem foram denominados como "Ramos da Árvore", e a palavra Antígua para ramo era Klone (clone). Mais adiante nas seguintes eras, esta planta ou árvore se redefiniu como a "Vid", e assim o Gra-Al (a Vid) e a linhagem messiânica chegaram a se entrelaçar na literatura do Santo Graal nas próximas eras. Esses cruzamentos (incestos) sanguíneos eram paraconservar o mais puro possível sua linhagem genética, mantendo o gene materno que era predominante (DNA mitocondrial). Nasceram assim, estrategicamente os descendentes reais egípcios e posteriormente, os governantes europeus Célticos. Bom, não é coincidência que no cristianismo, o símbolo que representa o Santo Graal é um Cálice. Uma representação do útero feminino, pois é de onde se origina o sangue menstrual. E beber vinho do Cálice simboliza beber o sangue menstrual da deusa Anunnaki.


Obs: Porque você acha que só os nobres e reis (kings) andam sobre o tapete vermelho? O tapete vermelho simboliza alinhagem sanguínea real.



O Fogo de Estrelas

No cristianismo é comum o ato ritualístico de comer a carne de cristo e beber seu sangue, tendo o vinho como substituto simbólico do cristianismo para o sangue messiânico. [a palavra Divino quer dizer Do vinho, ou seja, "Do Sangue"]. O ato de beber sangue surgiu dessa mesma linhagem. O sangue em questão era o da menstruação de virgens, pois se trata do sangue mais puro da mulher para poder representar o sangue messiânico do Dragão, o sangue da primeira mãe Anunnaki, Nin-khursag. A ingestão desse sangue era tido como um poderoso suplemento corporal, e sim, foi adaptado simbolicamente pelos criadores da igreja católica posteriormente. [A Virgem Maria é uma personagem criada com essas raízes].

Esse sangue do ventre de Nin-khursag era considerado uma essência sagrada Anunnaki, definida como a mais poderosa das forças vitais e se venerava como "Fogo de Estrelas". Com ele, nasceu a sucessão da linhagem real do Dragão. O começo da realeza na Terra. Tai a explicação do porque um Dragão metaforicamente cospe fogo.

Consumir esse sangue, inclusive todo tipo de sangue, foi veementemente proibido por Enlil/Jeová aos hebreus, pois havia algumefeito poderoso que Enlil não queria que surtisse aos Lulus, (o povo). Portanto foi Enki o sábio quem se tornou o "Satanás" bíblico que "ofereceu/tentou" Adão e Eva a provarem do "fruto" da Árvore do Conhecimento. 

O sangue menstrual anunnaki, o Fogo das Estrelas, era também a Essência Lunar da deusa. Não é a toa que os ciclos lunaresestão relacionados com os ciclos menstruais da mulher. A palavra hebraica para "sangue" (represa) significa "mãe ou mulher" em outras línguas indo-europeias, além de "maldição" (damn). Tribos indígenas da América do Sul disseram que toda a humanidade foi feita de "sangue da lua" no início. Plutarco disse que o homem foi feito de barro, mas o poder que fez o corpo humano crescer foi a lua, fonte de sangue menstrual. Os Faraós se tornavam divinos ingerindo o sangue de Isis, a ambrosia conhecida como "Sá". Seu hieróglifo era o desenho de uma "vulva". Na Pérsia recebeu o nome de "elixir da imortalidade" (Amrita).

Na menstruação, contém as secreções endócrinas mais valiosas especialmente as da glândula pineal e pituitária/hipófise. A glândula pineal se associou em particular, diretamente a Árvore da Vida, pois dela era secretada a essência ativa da longevidade, conhecida como "Soma", ou como os gregos chamavam, "Ambrosia".

Nos círculos místicos, a FLOR menstrual (a que tem FLUxo); No idioma inglês, a palavra FLOW-er contém as mesmas sílabas da palavra Flor, sendo a contração de "Ela a fluente" (flow-her). É representada como o Lírio ou a "Flor de Lotus". [Árvore de Lotos]. Na Suméria antiga as "fêmeas-chave" da sucessão real eram veneradas como Lírios, com nomes tipo: Lili, Luluwa, Lilutu e Lillette.

[Flor, Fluxo, Sangue, Vermelho, DNA, Cruz, Rosa] ... Ligou os pontos?

O "Dragão messiânico" em essência era representado como uma Serpente de grandes maxilares e 4 patas, muito parecido a umlagarto. Esse era o "Messeh sagrado" cujo o nome era Draco. Essa fera soberana, era um símbolo divino dos faraós, um símbolo do Terapeutote egípcio em Karnak e Qumrân, sendo que também era a serpente maninha Bistea Neptunis (Netuno ou Poseidon) dos reis pescadores descendentes Merovíngios em Gaul ou Gália.

A palavra Nahash (raíz NHSH) em hebreu antigo faz referencia a palavra "Serpente" e com um significado de "Decifrar ou Averiguar". Uma serpente enrolada ou duas em espiral como no Caduceu (medicina) de Hermes(Ningishizida, filho de Enki), o símbolo de Enki, retrata as hélices do DNA, pois ele era um arquiteto geneticista ou umprogramador de DNA. [Não é a toa que o DNA é descrito hoje como um código].

Este foi o simbolismo usado pelas escolas de mistério antigas, no gnosticismo e nas escolas alquímicas. Os registros explicam que bastão episcopal central e as serpentes entrelaçadas representam a medula espinhal e o sistema nervoso sensorial. As 2 asas superiores significam as estruturas ventriculares laterais do cérebro. Entre as asas, acima da coluna vertebral, nota-se um pequeno "nó" central que é a representação da Glândula Pineal. Essa combinação da Pineal e suas asas laterais por muito tempo ficou conhecida como Cisne. É um símbolo que retrata o ser "iluminado", ou o ser que está no "reino máximo da consciência" alcançada pelos Cavaleiros medievais do Cisne como personificado por figuras cavalheirescas tais como Percival e Lohengrin.

Herófilo descreveu a Pineal como um órgão que regula o FLUXO dos pensamentos.

O então chamado "Fogo de Estrelas" (sangue menstrual), Essência lunar anunnaki pura, ficou conhecido também com "Ouro dos deuses", na qual os reis e rainhas da sucessão do Dragão se alimentavam. Mais tarde na história, no Egito e no Mediterraneo, esses extratos menstruais eram coletados ritualmente a partir de sacerdotisas virgens sagradas, que eram veneradas como "As mulheres Escarlate" simbolizando "A grande mãe" (Nin-kihursag). A palavra "ritual" tem tem sua origem nesta pratica e na palavra "Ritu" (corar) que definia a cerimonia sagrada. No simbolismo do Fogo da antiga alquimia, a cor vermelha significava "Ouro". No Hinduísmo, o vermelho também se representa como negro, por isso que a deusa Kali era vermelha e negra. Entretanto a herança original de Kali era da Suméria Kalimâth, a irmã de Luluwa, a esposa de Caim. Kali foi uma das primeiras princesas dacasa do Dragão, e por sua associação com o Fogo de Estrelas, ela chegou a ser a deusa do tempo, das estações, dos períodos e dos ciclos.

Hoje sabemos que as secreções hormonais (neurotransmissoras) como Melatonina e Serotonina são importantíssimas e essenciais para a nossa saúde e longevidade. Ambas são produzidas a partir da Glândula Pineal. Isso nos ajuda a entender porque alguns personagens históricos viviam muito mais que 100 anos. Fica mais fácil inclusive, entender porque colocam Flúor na nossa agua, pois isso calcifica a Glândula Pineal ao longo dos anos fazendo com que ela pare de produzir tais secreções. 

Veja, a palavra "segredo ou secreto" tem origem justamente no conhecimento oculto das SECREÇÕES glandulares. O "ouro" dos deuses era o metal mais precioso de todos correto?! Porém não era um metal físico, ou o próprio ouro em si, mas sim o efeitocausado pelo "Fogo das Estrelas". A palavra "Amen" também se relaciona com "secreto" (secreção), pois significa "oculto", e está conectada com a ciência mística das secreções endócrinas.

Como Kali se associava com a cor negra, a palavra inglesa "Coal" que significa "Carvão", denota aquilo que é negro. Também provem de Kali através da palavra intermediaria "Kol", pois na tradição hebreia, "Bat-Kol" (contraparte de Kali), era chamada de "A filha da Voz", e se dizia que a voz se originava durante a puberdade feminina. Daí é que o ventre se associava com a voz enigmática e se dizia que o Fogo de Estrelas era a palavra "oracular" do Ventre. Portanto o "ventre" era o "UTTERER" que significa "soltar o verbo, falar, se expressar com a voz", e que tem uma semelhança incrível com a palavra "Útero". 


Escarlate (mulheres escarlate) é um tom específico de vermelho, tradicionalmente o vermelho fogo e que também reflete acor do sangue. Eram chamadas assim por serem uma fonte direta do Fogo de Estrelas sacerdotal. Foram conhecidas na Grécia antiga como "As Hierolai/Hierola (mulheres sagradas), uma palavra que posteriormente se transformou para "Harlot" (prostituta em inglês), mas na língua germânica original era "horés", e logo foi anglicizado para "whores" (prostituta/ramera), entretanto, originalmente significa apenas "Amadas". Em bons dicionários etimológicos, estas palavras eram descrições de uma alta veneração e nunca foram mudadas com tais definições de "prostituta ou adúltera". Tais associações foram estrategicamente forjadas pela igreja romana medieval para denegrir e rebaixar a imagem feminina e desaparecendo esse status de sacerdotisas "sagradas dos deuses".

A retirada desse conhecimento do domínio publico, ocorreu quando a ciência dos primeiros gnósticos e posteriores adeptos, foi suprimida pelos falsificadores do cristianismo histórico. O cristianismo e o judaísmo foram arquitetados para distorcer e sumir com muita informação original e gerar um mecanismo novo de fé por poder.

Além de ser chamado de "Ouro dos deuses" o sangue menstrual Anunnaki também era conhecido por ser o "veículo de luz", sendo a máxima fonte de manifestação, se equiparando as Águas Místicas da Criação, O fluxo da Sabedoria eterna. Por essa razão que a Rosae-Crucis (Copa das águas) se converteu na Marca de Caim e no símbolo da sucessão real. Dizia-se que a "Luz" ficava inativa em uma pessoa em uma pessoa espiritualmente "adormecida", mas ela podia despertar e se motivar pela energia espiritual da obstinação e da auto-busca constante. Esse não é um processo mental óbvio nem lógico, mas sim uma consciência de livre pensamento, um plano amorfo do ser puro ou conhecimento. Foi este mesmo conceito de auto-realização que mais incomodou Enlil/Jeová, pois os humanos/Lulus que comiam/consumiam da "Árvore do conhecimento" (sabedoria Anunnaki) e da "Planta do Nascimento" (Fogo de Estrelas), podiam chegar a ser quase como os "deuses". Isso inclusive é descrito em Genesis 3:22, quando Adão havia comido a fruta da Árvore e Jeová/Enlil disse: Vejam, "Eis que o homem se tem tornado como um de nós". e em seguida: "Não se deve, pois, permitir que ele tome também do fruto da árvore da vida e o coma, e viva para sem­pre".

Enki, como o sábio guardião da Árvore do Conhecimento também tinha outro nome na tradição hebreia: Samael (Sama-El) pois ele era "o senhor" designado de Sama ("veneno") na Mesopotâmia setentrional. Os ensinamentos das escolas de mistério eram muito especificas sobre as "árvores da vida" e o "conhecimento" e emulavam a sabedoria do "sábio Enki". Nada se obtém simplesmente desejando, e nada se consegue entregando sua auto-responsabilidade a uma "autoridade" que se diz mais elevada. Crer é um ato de viver (jogo de palavras em inglês: Believing =crente, mas separado, Be-living=Ser-Viver), até porque crer é um ato de quem está vivo e a vontade é o máximo recurso do Ser.

A história suméria relata que o filho de Caim, o Rei Etana, tomou da Planta do Nascimento para criar a seu próprio filho herdeiro, o Rei Baali, enquanto a Planta do Nascimento se associou com a longevidade do individuo e o oficio da realeza. Na pratica, estava relacionado com o Fogo de Estrelas e com a atividade da Glândula Pineal, e tomar da Planta do Nascimento era o ritual de ingerir o Fogo de Estrelas, a essência feminina Anunnaki, que eles chamavam de: "Néctar da excelência suprema". A Flor Anunnaki (lírio), foi feita para ser a portadora da copa, a transmissora do rico alimento da matriz. Por ter essa capacidade, ela passou a ser chamada de Rosa de Sharon (Sha-Ra-On), que deriva da palavra Sha, que significa "Orbita", mais a palavra Ra eOn, relacionadas com o máximo Templo da Luz. Ra, também foi o conhecido deus sol do Egito antigo, sendo que On também significava sol em egípcio. Daí ela se tornou a "Rosa da Orbita de Luz". O significado desta condição extremamente venerada, se fez realmente evidente na bíblia, na canção esotérica de Salomon (sol), onde a noiva Messianica proclama: "Sou a Rosa de Sharon e o lírio dos vales". 

Se considerava que um recipiente real do Fogo de Estrelas, qualificado para realeza quando alcançava um estado predefinido de consciência iluminada. Um estado no qual suas habilidades para a sabedoria e liderança, haviam sido realizadas até alcançar os domínios da realeza chamados de "Malku". Foi desta palavra mesopotâmica que os hebreus geraram suas palavras: Malchus (Rei) e Malkhut (o reino).

Em 1968 os cientistas conseguiram então finalmente isolar a essência da secreção hormonal daglândula pineal. Seu nome, Melatonina, que significa "trabalhador noturno" - Do grego; "Melos", que sigfica "negro", e "Tosos", que significa "trabalhar". As pessoas que produzem altas doses de melatonina, "o hormônio da escuridão", produzida somente a noite (ausência de luz principalmente solar) reagem bruscamente a luz solar, afetando sua capacidade mental. O excesso de luz solar, ou até luz artificial, reduz a glândula pineal e diminui sua capacidade de produção de melatonina. Por isso o sono é tão importante, não só para o descanso físico e stress, mas também para manter a capacidade sensível da mente pela da intuição. 

Essa informação ajuda a desmistificar o mistério dos "vampiros", que bebem sangue (Drácula nunca resistiu a uma virgem) e vivem eternamente (longevidade) e sempre anoite, pois o sol é letal pra eles. Nada como uma boa dose de metáfora hollywoodiana, não!?

A Melatonina realça e aumenta (fortalece) o sistema imunológico do corpo e aqueles com alta secreção pineal são menos propensos a desenvolver enfermidades cancerosas. A alta produção de Melatonina eleva a energia, a estamina e os níveis físicos de tolerância. Também se relaciona diretamente com os padrões de sono, mantendo o corpo temperadamente regulado, com propriedades que operam através do sistema cardiovascular. Ela é de fato um antioxidante muito poderoso e efetivo do corpo e tem propriedades positivas mentais e físicas rejuvenescedoras. Este valioso hormônio fabricado pela pineal ativa um mensageiro químico chamado Serotonina que transmite impulsos nervosos através dos cromossomos em um processo chamado "Meiose".

A Resina extraída dos pinheiros foi por muito tempo identificada com a secreção pineal e foi utilizada (e ainda é) para fazer incensos (incenso do sacerdocio). O ouro era um símbolo tradicional da realeza. Foi daí que o ouro e o incenso foram as substâncias tradicionais dos “sacertotes-reis da linha messiânica”, junto com a Mirra que é uma resina e sedante médico que simbolizada a morte (Os egípcios empregavam a mirra no culto ao deus Sol e como ingrediente na mumificação). No mundo antigo, o conhecimento mais elevado era chamado de de "Daath" (que originou o termo “death”, morte em inglês). Na edição do Novo Testamento, é descrito que estas 3 substâncias: Ouro, Incenso e Mirra, foram os presentes oferecidos ao “menino jesus"pelos reis Magos". Como sabemos que a história desse personagem chamado jesus foi uma reedição plagiada de tantos outros mais antigos, o que por fim se identifica como um "sacerdote hereditário da sucessão do Dragão".

Os Iluministas e outros adeptos Rosa-cruzes, se referiram por muito tempo a Pineal como o "Ayin" secreto, um palavra antiga para "olho". Curiosamente, Enki-Samael era conhecido como o "Senhor do Olho sagrado".

Os Reis Cananeus da Mesopotâmia (primeiros senhores do Dragão da linhagem messiânica) se alimentaram do Fogo de Estrelas para aumentarem sua percepção, sua consciência e intuição. Consequentemente se converteram em mestres da sabedoria, quase como "deuses" em si. Ao mesmo tempo seus níveis de Estamina e seus sistemas imunológicos se reforçaram muito, pois as propriedades antienvelhecimento das secreções hormonais regularmente ingeridas, facilitaram lapsos extraordinários de vida. Não é atoa que temos na história personagens inclusive bíblicos que viveram 200/500/600 e até 950 anos. Além desse ritual doFogo de Estrelas, os reis dessa linhagem real do Dragão, eram alimentados com o "leite da deusa", que aparentemente continha uma enzima que conduzia a ativar a longevidade. Os investigadores genéticos atuais chamam esta enzima de "Telomerase". Como reportado na Science Journal Vol. 279 de 1998, onde estudos corporativos e do Centro Médico do Sudeste, da Universidade do Texas, determinaram que a Telomerase possui propriedades antienvelhecimento extraordinárias.


As células saudáveis do corpo estão programadas para se dividirem muitas vezes durante a vida, mas este processo de divisão e réplica é finito, até que finalmente para de se dividir. Este é um fator crucial no envelhecimento. O processo de divisão écontrolado por umas "capas" no extremo dos fios do DNA. Estas "capas" são os Telômeros e a medida que cada célula se divide, se perde um pedaço de telômero. O processo de divisão cessa quando os telômeros se reduzem a um comprimento crítico, ao ponto de não haver mais divisão celular e em seguida vem a deterioração. As celuas cancerígenas são ricas em telomerase, por isso se multiplicam e são consideradas "imortais". O telômerase também está presente nas células reprodutoras. Ao que parece, essa habilidade genética de produzir enzimas antienvelhecimento está em nossa estrutura (programa) do DNA, mas esse potencial foi "desconectado" (desprogramado) de algum modo e permanece inativo. Provavelmente está no meio do que os cientistas chamam de "lixo genético". [Ou seja, nosso DNA é um código, como um programa/software]. O que chamam de lixo genético é a parte de nosso DNA que está "desativado".

Com o passar do tempo, essa prática (ingestão de sangue) foi sendo interrompida e se tornou proibida por Enlil-Jeová com muitas punições severas. Sendo assim, houve uma mudança mais drástica logo depois que Abraão se deslocou (forçadamente) com sua família até o norte da cidade de Ur (queda do império sumério). A partir daí, diante da dispersão dos povos, a linguagem se multiplicou na Terra depois que Enlil-Jeová nada contente com a "torre de babel", desceu e confundiu os idiomas. Com o passar do tempo, e de uma certa ausência dos deuses, o Fogo de Estrelas acabou tendo um substituto, pois Enki estava empenhado em continuar a observar o comportamento e os resultados de seu maior experimento, "o ser humano". Através de sua linhagemhumana na Terra, surgiu um um grupo de "Artesões Mestres" (metalúrgicos alquimistas) treinados por Enki. O primeiro tinha sido Tubal-Caim, descendente de sexta geração de Caim, que inclusive é muito lembrado pela Maçonaria moderna. 

Em Êxodo, Antigo Testamento, na época de Moises, um tal de Bezaleel/Besaliel (filho de Uri Ben Ur), de quem se dizia estar preenchido com o espirito de Elohim (Anunnaki) em sabedoria, entendimento e conhecimento. Besaliel era um habilidoso ourives e Mestre Artesão no qual se encarregou da construção do Tabernáculo e da Arca da aliança. Sendo então descrito na Bíblia suas habilidades com o "ouro", é mencionado em sua lista de objetos manuseados, um tal de "Pão da Presença" ou "Pão da Proposição" da Aliança. (pão sem levedura, consagrado pelos sacerdotes judeus da antiga Israel durante o ritual de Sabbath). A palavra "Aliança" além de identificar acordos, originalmente significava "Comer o Pão com", e é pertinente destacar que a oração cristã "pai nosso" (extraída de uma oração egípcia) especifica: "O pão nosso de cada dia, nos dai hoje". Era referencia ao "Pão dourado" de Besaliel. 

O livro do Levítico 24:5-9 também se refere ao Pão da Presença: "Também tomarás flor de farinha, e dela cozerás doze pães; cada pão será de dois décimos de efa" . (A palavra hebraica "efa" significa uma medida específica de grãos e "medir" em geral)... "E pô-los-ás perante o Senhor, em duas fileiras (DNA), seis em cada fileira, sobre a mesa de ouro puro". "Sobre cada fileira porás incenso puro, para que seja sobre os pães como memorial, isto é, como oferta queimada ao Senhor".

A palavra "Farinha" nas traduções inglesas, é incorreto. O mais exato seria o termo "Pó", pois nos registros das escolas de mistério, citam de forma mais precisa que o Pão da Presença se fazia com o "Pó Branco de ouro", o qual é especialmente significativo porque no Livro Êxodo afirma que Moisés tomou o bezerro de ouro que os israelitas fizeram, o queimou no fogo e o moeu até fazer "Pó". 

Sabemos que a transformação de "chumbo" em ouro, na verdade é algo figurativo que representa na alquimia a "iluminação" da consciência. Porém, esse processo do "Pão de Presença", que transforma ouro comum em ouro monoatômico é fato!

O Pão de Presença, que ganhou esse nome no Egito antigo, era chamado "Sheffa", que era um direito tradicional dos "messias" egípcios, pois os primeiros Faraós eram reis-sacerdotes consagrados da linhagem do Graal (Santo Graal = Sang-real = Sangue Real) descendendo de Nimrod da sucessão Cainita. Esse alimento egípcio, "Sheffa" era um biscoito na forma cônica, e eles diziam que era um "pão-metálico" que alimentava o "corpo de luz" (Ka do Mer-Ka-Ba), e acreditava-se ser a consciência. Esse "alimento"aumentava a atividade da Glândula Pineal e Pituitária, elevando a percepção, consciência e intuição. Porém, somente os sacerdotes-mestres metalúrgicos das escolas de mistérios (Mestres artesões da Corte do Dragão), conheciam sua preparação.

No livro Egípcio dos Mortos (o livro antigo mais completo do mundo), o Faraó em sua busca pelo alimento supremo da iluminação, em cada etapa da viagem uma única pergunta: "O que é?" Uma pergunta que no idioma hebreu (Relíquia ds judeus), se fazia só com a palavra: "Maná?". Isso mesmo, a palavra MANÁ significa "o que é?".

[O triângulo sotíaco é geralmente adjacente a um ankh]

Depois que Arca da Aliança estava completa, diz que Aarão colocou um omer de Maná na Arca. Este Maná sagrado, se associava naturalmente em forma "mística" de pão. Esse pão era chamado na Mesopotâmia de de Tubal-Caím, o Shem-an-na. De acordo com os Mestres Artesões, este alimento em forma de cone (shem) estava feito de "pedernal erguido" (pederneira) ou "Pedra ereta" como o Silex.

Em Apocalipse 2:17 diz: "Ao vencedor lhe darei do maná escondido. Também lhe darei uma pedra branca com um novo nome nela inscrito, conhecido apenas por aquele que o recebe". Lembrando que a palavra "Maçom" significa pedreiro ou construtor(arquiteto).

Então, o vinho das cerimonias cristãs é o símbolo do Fogo de Estrelas Anunnaki que logo foi substituído pelo "Pão/Pedra", que os mesopotâmios chamavam de "pedra sublime" (Ouro branco em pó ou ouro monoatômico). Esse substituto não alimentava, mas sua finalidade era o de apenas gerar efeitos em seu sistema endócrino, em particular a Pineal. No famoso romance de Wolfram von Eschenbach, diz que os Cavaleiros Templários do Castelo Graal, "viveram em virtude da mais pura pedra". O Graal não era uma Taça e sim uma PEDRA (uma pedra de luz trazida do céu pelos "anjos" - anunnakis). Seu nome: "Lápis Exillis". Pelo Pó da Pedra, a Fênix arde até as cinzas. Mas as cinzas rapidamente a restauram a vida. 

Fênix renascendo, do "Bestiário de Aberdeen".
Lápis Exillis pode ser um jogo de palavras, combinando dois elementos. O primeiro seria: Lápis Ex-Caelis que significa "Pedra dos Céus". Já o segundo seria: Lápis Elixir. A pedra filosofal mediante a qual os elementos base se transformam em estados mais elevados do ser. Ambos se relacionam com a "Pedra-sublime", o Shem-an-na do exótico substituto do Fogo de Estrelas. 

[Fênix significa: "Carmesim" ou "Ouro Vermelho" em greco-fenício antigo].

Um antigo texto alquímico Alexandrino, menciona que o peso da "Pedra do Paraiso", quando colocada em uma balança pode pesar mais que sua quantidade em ouro, mas quando é transformada no "Pó", uma simples pena pesaria mais. Isso foi escrito em formas matemáticas assim: 0 = (+1) + (-1). Simples, porém o resultado sendo Zero, ou seja, Nada, não condiz com a Física, gerando assim uma "impossibilidade". A única maneira de fazer algo que ser Nada no mundo físico e continuar existindo é leva-lo a uma dimensão paralela. Isso provaria o porque do peso da Pedra ter desaparecido. Na Alquimia, a regra mais antiga diz: "Para fazer ouro, se deve usar Ouro". Dessa forma, podemos entender que existe o ouro convencional que conhecemos e um estado em que o ouro se transforma em algo muito mais sublime, em uma dimensão diferente de como é percebida a "matéria" para nós. Intangível! 

Esse "Pó" branco se assemelha a "farinha de trigo", por isso uma das associações com "pão". No cristianismo, a hóstia é um símbolo para isso. Esse processo (converter ouro comum em ouro branco em pó "intangível") hoje é conhecido pela ciência moderna de "estado de alto giro" (rotação-Spin).
Um átomo normal tem ao seu redor, uma blindagem potencial positiva produzida pelo Núcleo. A maioria dos elétrons que giram ao redor do núcleo, estão dentro desta blindagem, exceto os elétrons mais afastados. Entretanto, o núcleo atinge o estado de "alto giro", quando seu potencial da blindagem positiva (+) se expande para atrair a todos os elétrons sob o controle do núcleo. Os elétrons normalmente "viajam" ao redor do núcleo em pares (um de giro positivo e outro negativo), mas quando estão sob influencia de um núcleo de alto giro, todos os elétrons de giro positivo se correlacionam com os de giro negativo. Quando estão em perfeita correlação, os elétrons se transformam em luz branca pura, e os átomos de tal substância de alto giro, perdem sua capacidade de atração, e o metal se transforma em "Pó branco monoatômico intangível". Um experimento realizado nos EUA,evidenciou tal efeito da luz branca, se equiparando a milhares de flashes. Foi em efeito como de uma "explosão", porém não teve explosão nenhuma, pois nada foi queimado. Mesmo um objeto (uma caneta) que estava bem no meio do experimento, continuou intacto. 

Assim como mencionado por Moisés no livro Êxodo, o fogo que ardia mas que não queimava. Durante esse processo, o Ouro em questão perdia 44% de seu peso. Lembrando que o Ouro comum, é o material mais Fractal dos elementos atômicos. Sendo também o DNA uma estrutura Fractal, o magnetismo do sangue é super-ampliado (supercondutor monoatômico sem atração gravitacional) com o seu consumo. Isso eleva consideravelmente a consciência do individuo. 

Um dos grandes investigadores sobre gravidade desde a década de 60, o físico russo Andrei Sakharov, em seus cálculos matemáticos e suas teorias baseadas na gravidade do ponto-zero, foram publicados em 1989 (Revisão Física A - volume 39, no.5, 1 de março) por Hal Puthoff do Instituto de Estudos Avançados, concluiu sobre o "pó branco monoatômico", que devidoa que a gravidade determina o "espaço-tempo", esse tal "pó" só pode ser capaz de "dobrar" o espaço-tempo e assim desaparece de nossa vista, mas está em uma outra "dimensão" por assim dizer. É considerada "matéria-exótica", que possui atração gravitacional igual a zero.

A parte do ouro, atualmente se sabe que os metais do grupo do platina, irídio e o ródio, em estado monoatômico de alto giro, possuem também propriedades antienvelhecimento, enquanto que os compostos do rutênio e platina, interatuam com o DNA e o corpo celular. Na Scientific American Journal de Maio de 1995, se discutiu o efeito do rutênio em relação com o DNA humano, e se mostrou que quando colocados átomos individuais de rutênio em cada extremidade da dupla hélice do DNA, este se converte 10 mil vezes mais condutor elétrico. Quando se altera o estado do DNA como num caso de um câncer, a aplicação de um composto de platina ressonaria com a célula deformada fazendo com que o DNA se "desenrole" (se estique) completamente e se corrija. Esse tipo de tratamento não implicaria cirurgias de amputação, nem destruir o tecido local com radiação, nem matar o sistema imunológico com quimioterapias. 

A palavra "pirâmide" é traduzida como "fogo no meio". As Pirâmides do planalto de Gizé são feitas com blocos gigantes de granito. O granito é uma rocha "paramagnética", ou seja, possui características magnéticas de um imã. O calcário que cobria a grande pirâmide é uma material diamagnético, ou seja, um material não magnético. O formato piramidal e de um cone são consideradas equivalentes energeticamente, pois ambas podem gerar um campo de rotação a partir do Vértice, ou seja, do topo.

God’s Recipe for the Elixir of Life. (Receita de Joshua Gulick para o "elixir da vida").

Dizem que o grande segredo da alquimia é o "Fogo Secreto". Algo que com um certo tempo pode dissolver ouro em um "pó branco". Bom, se você usar uma bobina de Tesla para excitar uma pirâmide, ocorrerá que no vértice dessa pirâmide, sairá um feixe de energia com duas hélices igual a do DNA. Ou seja, FRACTAL.

Tanto a Pirâmide (com uma base quadrada) e o Cone (com uma base circular) são acreditados para energizar os materiais ORMUS alquímicos.

Levitação do ouro:


No mundo, há milhares de pirâmides espalhadas. Monólitos foram erguidos em lugares específicos geometricamente e astronomicamente. Quem estudar mais a fundo sobre as pirâmides, perceberá a enorme quantidade de evidencias flagrantes que ligam muita coisa sobre uma cultura muito avançada, inclusive para os dias atuais. É evidente e inegável que há uma tecnologia que transcende a física da forma que a conhecemos. Os poucos que a conheciam, fizeram questão de esconde-la, distorce-la, e banaliza-la até o ponto de estar na nossa cara e nem darmos atenção. Documentação não falta, mas a informação foi tão maquiada que tudo pode ser um pretexto pra qualquer jogo de interesse. 

No final, o que interessa é o que você sente e intui que seja verdade ou mentira. Ou seja, tudo tem a ver com você. Tudo que existe e o que pode não existir depende de como você interpreta. Ter conhecimento te dá poder de escolha. Escolha consciente! Ser enganado também é uma escolha. 

Espero que "caia a ficha" ...

Pirâmide = "Fogo" do meio.
Colaboração: Renan Luiz